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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

VCINAÇÃO CONTRA PÓLIO (PARALISIA INFANTIL) E SARAMPO COMEÇA DIA 8 DE NOVEMBRO

Com informações da Agência Brasil -

A campanha de vacinação contra a poliomielite e o sarampo começa no próximo dia 8 e segue até 28 de novembro. Os sábados 8 e 22 serão os dias de mobilização nacional, quando postos de todo país ficam abertos para intensificar a campanha.

No caso da poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, a população-alvo inclui crianças a partir de 6 meses até 5 anos incompletos. A expectativa do governo é vacinar mais de 12,7 milhões de crianças em todo o país. Serão distribuídas 17,8 milhões de doses orais (vacina em gotas). O ministério, no entanto, recomenda a vacina injetável para as crianças acima de 6 meses que estão com o esquema de vacinação atrasado.

Já na imunização contra o sarampo, a faixa etária do público-alvo é a partir de 1 ano até 5 anos incompletos. A estimativa é vacinar 10,9 milhões de crianças. Serão distribuídas 12,5 milhões de doses da vacina tríplice viral, que protege também contra a caxumba e a rubéola. A campanha, considerada de seguimento, é realizada a cada cinco anos e foi antecipada este ano no Ceará e em Pernambuco em razão de casos identificados em ambos os estados em 2013 e 2014.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que as vacinas são seguras e recomendadas pela Organização Mundial da Saúde. No caso da vacina oral e da vacina injetável contra o sarampo, as reações são consideradas raras e, no caso da dose contra a pólio, as reações incluem febre ou dor no local da aplicação.

"Não podemos ter nenhuma dúvida sobre a necessidade de se manter a população protegida", disse Jarbas. Mais de 100 mil postos de saúde, 350 mil profissionais e 42 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) devem integrar a campanha este ano.

O Brasil é considerado livre da poliomielite desde 1990. Em 1994, recebeu da Organização Pan-americana de Saúde a certificação de área livre de circulação do vírus.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembrou que a continuidade das campanhas é fundamental para evitar a reintrodução da doença no país. Entre 2013 e 2014, dez países registraram casos de sarampo, sendo que três deles são considerados endêmicos (Paquistão, Nigéria e Afeganistão).

"O Brasil recebe uma quantidade grande de turistas e nós também saímos muito do país. É preciso que essa arma de prevenção, que é a vacina, seja utilizada", destacou.

A poliomielite, segundo a pasta, é um doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança, quando infectada, não morre, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso e provocam paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores.

Já o sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns incluem febre alta, tosse, manchas vermelhas, coriza e conjuntivite. A transmissão acontece de pessoa para pessoa por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. A única forma de prevenção da doença é a vacinação.

RESULTADOS DESTA QUARTA PELA COPA BRASIL, SUL-AMERICANA E ESTADUAIS

Com informações de Agências -

Copa do Brasil 2014 (Semifinal - jogos de ida)

Flamengo 2 x 0 Atlético-MG
Cruzeiro 1 x 0 Santos

Copa Sul-Americana 2014 (Quartas de final - jogos de ida)

Estudiantes-ARG 1 x 2 River Plate-ARG
Nacional de Medellín-COL 1 x 0 Univ. César Vallejo-PER

Copa Rio 2014 (Segunda fase - 4ª rodada)

Boavista 3 x 2 Macaé
Madureira 2 x 1 Bangu
America 0 x 0 Resende
Friburguense 1 x 0 Volta Redonda

Campeonato Catarinense Segunda Divisão 2014 (Quadrangular - 3ª rodada)

Camboriú 0 x 1 Inter de Lages
Concórdia 1 x 2 Guarani de Palhoça

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

APÓS AS ELEIÇÕES, COPOM SURPREENDE E SOBE JUROS PARA 11,25% AO ANO

Com informações do G1 -

Em sua primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu ao elevar a taxa básica de juros da economia brasileira de 11% para 11,25% ao ano. Foi a primeira elevação desde abril deste ano, o que levou a taxa de juros ao maior patamar desde o fim de 2011.

A decisão surpreendeu a maior parte dos economistas do mercado financeiro, que apostavam maciçamente em nova manutenção da taxa básica da economia em 11% ao ano. A decisão acontece em um momento de fraca atividade econômica, tendo o Produto Interno Bruto (PIB) registrado retração no primeiro e segundo trimestres deste ano – o que configura recessão técnica – embora a inflação em doze meses até setembro tenha somado 6,75%, acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro.

O próprio Banco Central havia sinalizado, na ata da última reunião, ocorrida em setembro, que os juros não deveriam ser reduzidos, mas não havia deixado claro que a taxa poderia ser elevada. Na ocasião, informou que seria plausível afirmar que, levando em conta estratégia de não redução do instrumento de política monetária (juro), a inflação tenderia a entrar em trajetória de convergência para a meta nos trimestres finais do horizonte de projeção (2016).

Segundo analistas, vários fatores que influenciam a inflação se contrapõem neste momento. O baixo nível de atividade e a queda dos preços das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional) atuam para conter a inflação, ao mesmo tempo em que a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), continuam pressionando os preços. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.

Decisão não foi unânime
A decisão do Copom, entretanto, não foi unânime. Votaram pela elevação da taxa Selic o presidente da instituição, Alexandre Tombini, além dos diretores Aldo Mendes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton e Sidnei Corrêa Marques. Votaram pela manutenção da taxa Selic em 11% ao ano os seguintes integrantes do Comitê: Altamir Lopes, Luiz Awazu Pereira da Silva e Luiz Edson Feltrim.

Ao fim do encontro, foi divulgada a seguinte explicação: "Para o Comitê, desde sua última reunião, entre outros fatores, a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável. À vista disso, o Comitê considerou oportuno ajustar as condições monetárias de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016".

Metas de inflação
Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2014, 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA, que serve de referência para o sistema brasileiro, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

No fim de setembro, o Banco Central estimou, por meio do relatório de inflação, um IPCA de 6,3% para este ano e de 5,8% a 6,1% para 2015, ou seja, valor ainda distante da meta central de 4,5% para ambos os anos. Segundo a autoridade monetária informou naquele momento, a inflação começará a convergir mais fortemente para a meta central somente em 2016.

Em doze meses até setembro, o IPCA somou 6,75% - acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro. Entretanto, o governo considera que a meta foi cumprida ou não apenas com base no acumulado em 12 meses até dezembro de cada ano.

Política econômica
A política econômica foi alvo de ataques da oposição durante a campanha presidencial deste ano. O baixo crescimento da economia brasileira, assim como o fato de a inflação estar oscilando ao redor de 6% nos últimos anos, foi atacada pelo candidato do PSDB, Aécio Neves

De acordo com Silvio Campos Neto, economista-sênior da Tendências Consultoria, houve "perda de credibilidade" do BC, uma vez que a inflação oscilou ao redor de 6% nos últimos anos e meses, mais próxima do teto do sistema de metas, do que do objetivo central de 4,5%. Para ele, a instituição teria de promover um aumento muito grande da taxa neste momento para tentar retomar a confiança.

"A politica macroeconômica está muito desajustada, especialmente o lado fiscal [gastos públicos] nos últimos anos. Isso dificulta ainda mais o lado da política monetária [definição dos juros]. É importante recolocar a parte macroeconômica em ordem, com uma política mais consistente fiscal e monetária, e mostrar como lidar com o câmbio, zerando o jogo, e passar para a sociedade quais são os objetivos", avaliou o economista da Tendências, antes da reunião do Copom.

MEGA-SENA ACUMULA, E PRÊMIO PODE CHEGAR A R$ 7 MILHÕES

Com informações do G1 -

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.648 da Mega-Sena realizado nesta quarta-feira (29), em Osasco (SP). No próximo sorteio, que vai acontecer no sábado (1°), a previsão é que o prêmio chegue a R$ 7 milhões.

Veja as dezenas: 15 - 16 - 18 - 20 - 22 - 48.

A quina teve 98 acertadores e cada um vai levar R$ 17.711,66. Já a quadra pagará R$ 447,18 para cada um de seus 5.545 ganhadores.

Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.

ÍNDICE DE NASCIMENTOS NO BRASIL CAI ABAIXO DA TAXA DE REPOSIÇÃO

Com informações da Agência Brasil -

O estudo Saúde Brasil, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ministério da Saúde, mostra que entre 2000 e 2012 o número de nascimentos no país caiu 13,3%. Mostra ainda que desde 2005 o número de filhos tem sido menor que 2,1 por mulher, índice considerado necessário para que a população não diminua no futuro.

Esse índice, chamado taxa de reposição, só é ultrapassado na Região Norte, onde a taxa de fecundidade é 2,24 filhos por mulher. A Região Sul é onde as mulheres menos têm filhos, com 1,66 filho em média por mulher, seguida do Sudeste (1,67), do Centro-Oeste (1,8) e do Nordeste (1,85). A média nacional é 1,77 filho por mulher.

De acordo com o estudo, seguindo essa tendência, o processo de envelhecimento da população deverá se intensificar, e em duas décadas o crescimento demográfico será estabilizado. Depois disso, a perspectiva é de redução do tamanho da população brasileira, o que confirma tendência verificada anteriormente pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

CENÁRIO ELEITORAL: NE NÃO TEM "CULPA", DIZ ESPECIALISTA

Com informações do TERRA NOTÍCIAS -

O historiador econômico Thomas Conti se cansou das mensagens de ódio e xenofobia lançadas nas redes sociais neste domingo e segunda-feira, depois de encerrado o 2º turno das Eleições que sagraram Dilma Rousseff (PT) presidente. Diversos internautas compartilharam mapas do Brasil divididos entre o vermelho e o azul, representando, respectivamente, PT e PSDB. Para provar que não é bem assim, Conti decidiu levantar os números e pintar – literalmente – o mapa do Brasil e das eleições conforme a realidade. Os resultados? Estamos “juntos e misturados” e não há vermelho e azul e, sim, um roxo 'esparramado' por todo o território. 

O Terra conversou pelo Facebook com Thomas que disse estar satisfeito com a repercussão do seu estudo. O mapa foi compartilhado por mais de 16 mil pessoas no Facebook, além de ter sido retuitado por quase 2 mil no Twitter. O sucesso do mapa foi tão grande que até derrubou o blog do historiador econômico da Unicamp. Segundo ele, os números demonstram que pessoas estão dispostas a lutar contra a xenofobia e a segregação entre as regiões brasileiras. “Isso não é pouca coisa, o discurso está na sociedade brasileira há muito tempo”.

Apesar de ter recebido milhares de mensagens de ódio e preconceito, por eleitores enfurecidos, ele destaca a importância da divulgação de dados e informações corretas – para ir contra os “memes” e compartilhamentos sem estudos. “É muito triste ver como tanta gente não perde a oportunidade de disseminar discursos de ódio. Embora alguns talvez não tenham salvação, pensei que muita gente poderia estar com conclusões erradas por desinformação. Tentei ajudar na campanha contra esse ódio aos nordestinos, que não tem sentido nenhum”, disse.

“A História Econômica depende de dados e documentos para fazer uma interpretação que se aproxime da realidade, e percebi como os gráficos que estavam sendo repassados escondiam a diversidade dos números”, explica.

Para montar o mapa, Thomas usou seus conhecimentos em História Econômica (ele está terminando o Mestrado pela Unicamp e pretende cursar Doutorado) e os números dos votos válidos por estado. Depois disso, fez uma tabela no Excel e conseguiu montar pela “Formatação Condicional” os números em escala de cor – sendo o vermelho básico representado a candidata do PT e o azul básico o candidato do PSDB. A cor roxa demonstra a mistura de votos nos estados e, como percebemos, é predominante.

Com o mapa, o historiador econômico diz que gostaria de tirar o “ranço” e instigar o interesse pela política por todos – não só às vésperas das eleições, mas pelos próximos quatro anos. “Quis estimular as pessoas a desconfiarem de análises maniqueístas, bipolares - a sociedade não é assim há muito tempo. E, mais importante, quis lembrar que a eleição e o voto são uma parte muito pequena do que significa a democracia. Nossa democracia já foi interrompida por golpes militares duas vezes, temos só 26 anos de tradição democrática. Manter-se engajado e atento na política do País, buscando informações, é um elemento central para o exercício da cidadania e para a construção dessa democracia do século XXI. E discursos de ódio não terão espaço nessa construção: quanto antes conseguirmos superá-los, melhor”, defende.

Minas Gerais, a história e a vitória de Dilma
Para Thomas, ao contrário do cenário nordestino mostrado na internet, o estado de Minas Gerais tem importante participação na vitória da petista. “Na verdade, se o Aécio tivesse se garantido em Minas Gerais, seu próprio Estado, a mesma margem que conseguiu em Estados como o Acre e Santa Catarina, teria saído eleito das urnas. Mas não foi o caso e o nordeste não tem culpa de seus estrategistas de campanha terem dado MG como vitória certa”, afirma.

Como diz o próprio candidato mineiro, Aécio Neves, não há como apagar a história. E quando olhamos para ela, enxergamos a importância de Minas Gerais nas decisões eleitorais. O historiador econômico lembra que o estado sempre foi central na política – há muitos anos. “Quem não lembra da "política do café com leite", São Paulo e Minas se revezando no poder durante a Primeira República?”, relembra. 

HULK SE IRRITA COM JORNALISTA DA GLOBO NEWS: “RESPEITE O NORDESTE!”

Com informações do BR247 -

O atacante Hulk se revoltou com as declarações de Diogo Mainardi contra o Nordeste, feitas na Globo News no último domingo 26, após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, e publicou uma resposta em sua página no Instagram. 

Nascido na Paraíba, Hulk, que atualmente joga na Rússia, pelo Zenit St. Petesburgo, fez um clamor ao comentarista, que mora há muitos anos na Itália: "Mainard, respeite o Nordeste!"

Leia abaixo a íntegra da mensagem do jogador:

Morando tanto tempo fora do Brasil, o jornalista Diogo Mainard não demonstra conhecimento pela importância do Nordeste ao País e principalmente respeito com a população nordestina. Já que ele fala também de cultura, será que ele sabe a importância destes homens para o Brasil: Graciliano Ramos, Rui Barbosa, Glauber Rocha, Jorge Amado, Suassuna, Renato Aragão, Caetano Veloso, Gilberto Gil, José Wilker e Chico Anisio. Cito 10 importantes nomes nascidos no Nordeste em vários períodos que contribuíram para a evolução do Brasil. São escritores, poetas, pensadores, atores e compositores que ajudaram e são referências do Brasil no exterior. Infelizmente o Mainard demostra ignorância e arrogância quando crítica o Nordeste. Nossa população tem dificuldades e luta com humildade para melhorar sua condição de vida. As maiores dificuldades foram impostas pelos diversos Governos ao longo dos anos. Mainard, respeite o Nordeste!

Ao comentar o segundo turno da disputa presidencial, Mainardi afirmou que "essa eleição é a prova de que o Brasil ficou no passado". E continua, durante participação no programa Manhattan Connection: "Não é Bolsa Família, não é marquetagem. O Nordeste sempre foi retrógrado, sempre foi governista, sempre foi bovino, sempre foi subalterno durante a ditadura militar, depois com o reinado do PFL e agora com o PT. É uma região atrasada, pouco educada, pouco instruída, que tem uma grande dificuldade para se modernizar na linguagem".

Segundo ele, "a imprensa livre só existe da metade do Brasil para baixo. E nessa metade do Brasil para baixo, onde a Dilma é minoria, uma pequena minoria – em São Paulo, por exemplo, 66% votaram contra ela – é todo mundo empresarial, é a economia brasileira inteira, lutando contra esse partido. Toda a imprensa, o conceito de liberdade de imprensa, não tá do lado dela. Então tudo o que representa a modernidade tá do outro lado, ela não pode jogar uma ponte tão facilmente assim", atacou.

Mainardi se esqueceu – ou não sabia, ainda pouco tempo depois da apuração dos votos – que o Sudeste e o Sul deram a Dilma 2 milhões de votos a mais do que as regiões Norte e Nordeste.

DILEMA DO PSB: SER GOVERNO OU OPOSIÇÃO

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

Sem Eduardo Campos na presidência, o PSB caminhará rapidamente para ser o que foi até 2006 antes de conquistar seis governos estaduais: um partido nanico. É improvável que continue crescendo com a atual executiva, predominantemente pernambucana, e que vá manter-se unido no segundo governo de Dilma Rousseff. O seu grande drama no momento, aliás, é decidir se volta ao governo ou se permanece na oposição. 

Defendem o retorno ao governo, entre outros, os governadores Camilo Capiberibe (não reeleito) e Ricardo Coutinho (reeleito), os senadores Lídice da Mata (BA), Antonio Carlos Valadares (SE) e João Capiberibe (AP). E o ex-presidente nacional do partido, Roberto Amaral. A continuidade na oposição é defendida pelo vice derrotado de Marina, Beto Albuquerque e a maioria dos integrantes da secção de Pernambuco. Caso fique na oposição, o PSB corre o sério risco de tornar-se caudatário do PSDB, PPS e DEM.

Cid pode desistir do exterior

Antes do encerramento do 2º turno, Cid Gomes (PROS) disse em Fortaleza que quando terminasse o seu mandato (31/12) pretendia fazer o que Joaquim Francisco (PSB) fez quando deixou o Governo de PE: passar seis meses nos EUA fazendo um curso de especialização. Agora, porém, diante da possibilidade de ser convidado para compor o novo ministério, Cid deverá desistir da viagem ao exterior. Se não, o irmão, Ciro, tem chance de voltar a ser ministro.

Fusão – Partidos de oposição ficaram tão atordoados com a derrota de Aécio (PSDB) que passaram a defender fusões para dar mais eficácia à sua atuação. Um dos principais entusiastas dessa tese é o líder do DEM, Mendonça Filho (PE), cujo partido encolhe a olhos vistos. Elegeu dois governadores em 2010 (Santa Catarina e Rio Grande do Norte) e nenhum em 2014.

Comissão – Podem formar quantas CPIs quiserem para investigar o escândalo da Petrobras, mas enquanto não se criar também a “CPI das Empreiteiras” a apuração não será conclusiva.

Vitória – Pela ordem, os maiores percentuais de votos obtidos por Dilma no 2º turno foram na Bahia, Ceará, Pernambuco e Maranhão. Mas o que mais a deixou feliz foram os 70% de PE.

Cálculo – Serra, quando perdeu para Dilma em 2010, disse que a sua luta estava “apenas começando”. Erro de avaliação. Quis ser candidato de novo em 2014, mas o PSDB não deixou.

Leitura – Petebistas de Pernambuco diziam ontem que mesmo com a vitória de Dilma em Pernambuco, no 2º turno da eleição presidencial, o prefeito Geraldo Júlio “interpreta os números ao contrário e continua se atribuindo uma importância política que não tem”.

Reforma – Não deve prosperar a proposta de Dilma de fazer reforma política por meio de consulta popular. Ela admite, inclusive, discutir o fim da reeleição, fruto de uma PEC de Mendonça Filho (DEM-PE), aprovada em 97. Mas é improvável que o Congresso concorde.

A causa – Já é consenso no PSDB: quem derrotou Aécio foi Minas, onde ele tinha obrigação de vencer Dilma com pelo menos 2 milhões de votos. Errou na escolha do candidato a governador, Pimenta da Veiga, derrotado por Fernando Pimentel (PT), ignorando sugestão dada por Eduardo Campos para que indicasse uma “cara nova”. SP cumpriu o seu papel, dando-lhe 7 milhões de votos de vantagem.

Mito – O “Estadão” de ontem inclui a transferência de votos dos familiares de Eduardo Campos para Aécio, em Pernambuco, como um dos sete “mitos” das eleições de 2014. Segundo o jornal, os líderes do PSDB esperavam que o clã transferisse para o tucano o mesmo percentual de votos dados a Marina (48%) no 1º turno. Mas a estratégia falhou e o tucano obteve apenas 28,3% dos votos válidos.

BR-232: UM BALAIO DE VOTOS

Com informações do Blog do Magno Martins -

Maior obra da gestão Jarbas, a duplicação da BR-232, que marcou a retomada do desenvolvimento do Estado, criando um novo corredor econômico no Agreste, deu um excelente retorno eleitoral ao senador na disputa das eleições deste ano para deputado federal.

Em seis municípios cortados pela estrada, o ex-governador obteve nada menos do que 50.507 votos, dos quais 12.676 em Vitória de Santo Antão sem ter ali apoios políticos expressivos, como em Caruaru, onde, numa dobradinha com o deputado estadual Tony Gel (DEM), arrebatou quase 30 mil votos – 29.662.

Em Pombos, Jarbas teve 861 votos, São Caetano 1.997, Gravatá 3.341 e Bezerros 1.970. Com uma obra que cristalizou tamanha infraestrutura, esses municípios alavancaram suas economias de forma muita destacada, atraindo grandes empreendimentos privados, inclusive de capital estrangeiro.

No Recife, principal cidade beneficiada pela arrojada obra, administrada duas vezes por Jarbas, saíram das urnas para o seu balaio 75.250 votos, terceira maior na capital. A expressiva votação passa também, naturalmente, pela aprovação do mandato de senador pelo povo pernambucano.

Eleito em 2006, numa eleição em que não conseguiu emplacar o sucessor, o então vice-governador Mendonça Filho (DEM), Jarbas conclui seu mandato de oito anos no Senado da mesma forma e no mesmo lugar em que começou: na oposição, de cabeça erguida.

Opôs-se a Lula, durante o último mandato do petista, e a Dilma nos últimos quatro anos. Representante do PMDB histórico, Jarbas enfrentou, também, o seu próprio partido, que sempre o negou espaço, não o indicando para relatorias nem comissões importantes.

Mesmo assim, fez um grande mandato, com discursos duros em momentos em que a corrupção e alastrou na era Lula e agora com Dilma. Entre os projetos que apresentou no auge do mensalão, destaque para o que previa a perda imediata do mandato do parlamentar corrupto tão logo fosse condenado pela Justiça.

Mas ainda na Comissão de Constituição, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) acabou o efeito moralizador da proposta. Acrescentou ao texto, para impedir a cassação imediata, que a perda do cargo ocorra de forma automática somente quando a Justiça determinar a punição.

SISTEMÁTICA – Com 34 deputados e sete senadores, o PSB não fará uma oposição radical ao novo Governo Dilma no Congresso. Quem avisa é o presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira. “Não somos governo. Isso não significa oposição sistemática. Nossa posição não será dessa natureza, nem se confundirá com ela. Há abertura para o diálogo”.

Botando o pé – Ao ser incluído na executiva estadual do PSB eleita ontem, João Campos, filho mais velho do ex-governador Eduardo Campos e seu provável herdeiro político, passa a fazer o primeiro teste prático para o seu futuro na vida pública. Há quem aposte, entretanto, que só venha a disputar o seu primeiro mandato eletivo em 2018.

Limpando as gavetas – Depois de 12 anos na secretaria-geral da Presidência da República, o ministro Gilberto Carvalho vai deixar a assessoria direta da presidente Dilma. Muito próximo ao ex-presidente Lula, deve ser transferido para um cargo de segundo escalão da área social. “Já dei o que tinha que dar”, assinalou.

Pinta de ministro – A presidente Dilma assumirá o novo mandato com uma nova leva de ministros. Ela ainda não desenhou a reforma, mas já definiu que fará ampla renovação. Ela quer sinalizar que fará um governo diferente do primeiro mandato. Os atuais governadores Jacques Vagner (BA) e Cid Gomes (CE) já andam com cara de ministro.

Cota pessoal – Quanto a presença de Pernambuco no Ministério de Dilma o nome mais qualificado, segundo avaliação geral de assessores palacianos, seria o do senador Armando Monteiro Neto, que saiu derrotado na disputa para o Governo do Estado. O nó do trabalhista está no seu partido, que apoiou Aécio Neves. Mas Armando poderia entrar na cota pessoal de Dilma.

CURTAS

DIVISÃO – Apesar da grande votação do senador Aécio Neves, não é líquida e certa sua candidatura daqui a quatro anos. Os tucanos sabem que o governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, também está no jogo. E muito fortalecido!

MEDIDAS – O senador Douglas Cintra (PTB), que está no exercício do mandato como suplente de Armando Monteiro, acredita que a presidente Dilma anunciará as medidas adequadas para acalmar o mercado tão logo anuncie a sua nova equipe econômica.

Perguntar não ofende: Qual vai ser o tamanho de Pernambuco na equipe de Dilma?

'A coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais'. (Provérbios 17-6)

DILMA ADMITE PLEBISCITO OU REFERENDO PARA REFORMA POLÍTICA

Com informações do G1 -

A presidente reeleita Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (28) que a forma de consulta popular para decidir sobre uma reforma política pode ser um plebiscito ou um referendo. A proposta inicial da presidente, que ela defendeu desde a onda de manifestações de rua, em junho, era de um plebiscito.

"Acho que não interessa muito se é referendo ou plebiscito. Pode ser uma coisa ou outra", afirmou nesta terça em entrevista gravada exibida à noite pelo telejornal SBT Brasil.

A convocação de um plebiscito ou de um referendo é prerrogativa do Congresso. A diferença entre as duas modalidades é a seguinte:

Plebiscito – Os eleitores são consultados sobre cada um dos pontos do tema que é objeto do plebiscito (no caso, a reforma política). Eles responderão sim ou não a uma série de perguntas e, com base no resultado da consulta, os parlamentares elaboram a lei.

Referendo – O Congresso discute, vota e aprova uma lei, e os eleitores são convocados depois para dizer se são a favor ou contra o conjunto da legislação que o Congresso elaborou, como em 2005, quando o eleitorado opinou sobre o Estatuto do Desarmamento, que proibia a venda de armas e munições.

Indagada se poderia chamar para discutir a reforma política o senador Aécio Neves (PSDB) e a ex-senadora Marina Silva (PSB), adversários derrotados na disputa eleitoral pela Presidência, respondeu que sim. "Sem a menor sombra de dúvidas, estou aberta ao diálogo. O Aécio, a Marina, sim, posso chamá-los, sim", afirmou no SBT.

Um pouco antes, em entrevista ao vivo ao Jornal da Band, Dilma também admitiu o emprego de uma ou outra modalidade de consulta popular na decisão sobre a reforma política.

"O Congresso vai compartilhar esse papel com a população, com os setores organizados, seja através de uma iniciativa popular que leve a essa consulta, e tem de se discutir a forma como isso vai aparecer: se aprova um grupo de questões que faz referendo ou se se pega questões por questões e faz um plebiscito. A forma que vai ser, eu não sei, agora, acho muito difícil que não tenha consulta popular", declarou.

Diálogo
Na Band, Dilma também foi questionada se, ao oferecer "diálogo" logo após ter sido reeleita, estaria disposta a abrir mão de pontos defendidos pelo governo e criticados pela oposição, como por exemplo o decreto presidencial assinado por ela que trata da possibilidade de conselhos populares opinarem sobre decisões do governo.

“Eu acho que não é uma negociação toma-lá-dá-cá. Não pode ser assim. Tem que ser negociação sobre as coisas importantes para o futuro do país [...]. O que temos que discutir é como encarar, daqui para a frente, as reformas fundamentais: a reforma política, essa de como encaminhar a reforma tributária”, disse.

Petrobras
A presidente defendeu na entrevista ao SBT todo tipo de investigação sobre o suposto esquema de corrupção na Petrobras – inclusive a eventual instalação de uma nova comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Congresso –, mas criticou o que chamou de "vazamentos seletivos estranhos" motivados por interesses políticos.

"Fui vítima de um vazamento seletivo estranhíssimo porque a acusação não é feita, e a prova não é mostrada", declarou, em referência à publicação pela revista "Veja" de reportagem que reproduz suposta declaração do doleiro Alberto Youssef, segundo a qual ela e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento do pagamento de propina proveniente de contratos da Petrobras para abastecer o caixa de campanha do PT.

Economia
Na entrevista à TV Bandeirantes, Dilma também disse não considerar que haja possibilidade de redução do grau de investimento do Brasil por agências internacionais de avaliação de risco.

Segundo Dilma, as previsões são para 2015, quando, segundo ela, o país terá conseguido recuperar o crescimento da economia. “Pelo menos que eu saiba, todos descartam isso em 2014 e colocam isso para depois de 2015. E acho que temos todas as condições de nos recuperarmos [ate lá]”, disse. “O que eu acho é o seguinte:  o Brasil está passando por uma situação que eu diria que é uma situação ainda difícil, mas temos condições de sair dela se todos nós nos dermos as mãos e tivermos como um claro objetivo essa retomada do crescimento econômico.”

Lula
Indagada no SBT se apoia uma eventual candidatura do antecessor Luiz Inácio Lula da Silva  a presidente em 2018, ela respondeu: "O que o Lula quiser fazer, eu apoiarei."

terça-feira, 28 de outubro de 2014

TÉCNICOS DO TSE RELATAM ANSIEDADE COM APURAÇÃO "SECRETA" NO DOMINGO

Com informações do G1 -

A sala do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) onde os votos do segundo turno para presidente da República foram totalizados na eleição deste domingo (26) foi vigiada por seguranças e somente 22 analistas e programadores do tribunal tinham acesso. Eles foram proibidos de usar o celular entre 17h e 20h. Nesse período, as urnas estavam sendo apuradas, mas o resultado parcial ainda não tinha sido divulgado ao país porque, devido ao fuso horário e ao horário de verão, a votação no Acre não tinha terminado.

Durante essas três horas, somente esses 22 técnicos do TSE, incluindo o secretário de Tecnologia da Informação, Giuseppe Janino, souberam como evoluiu a disputa entre Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).

Naquele período, eles foram os únicos a saber que Aécio Neves largou na frente na apuração e, às 19h32, Dilma virou e não saiu mais do primeiro lugar. No instante da virada, 88,9% das urnas estavam apuradas, e a presidente reeleita tinha alcançado 50,05% dos votos válidos contra 49,95% de Aécio, uma diferença de somente 0,1 ponto percentual – no final, com 100% das urnas apuradas, ela teve 51,64% dos votos e ele, 48,36%. Os demais brasileiros só tiveram acesso à primeira parcial de votos depois das 20h, quando Dilma já liderava a apuração.

O chefe da Seção de Processamento de Eleições 1, Júlio Valente, estava em frente a um dos três computadores do tribunal que processavam a totalização dos votos. Ele disse que mesmo os técnicos se empolgaram com a disputa acirrada.

“A gente sempre acaba se emocionando. A cada atualização, a gente via que a diferença não era substancial. Esperávamos uma decisão por volta das 20h, mas como estava muito acirrado, isso se prolongou”, contou o funcionário. “Com a virada, os candidatos, de fato, foram se distanciando e percebemos que não haveria mais possibilidade de uma nova virada”, afirmou Valente.

O secretário Giuseppe Janino disse que a segurança foi reforçada na sala onde foi feita a totalização para garantir a autenticidade e o sigilo das informações. Pelo mesmo motivo, todos os funcionários foram proibidos de se comunicar com qualquer pessoa fora daquele local, inclusive amigos e familiares.

“Estavam Incomunicáveis. Eu mesmo fiz questão de deixar o celular na minha sala, pedi que retivesse as ligações todas e vim para cá acompanhar sem nenhuma forma de comunicação, bem como todas as pessoas que aqui estavam. Todos foram orientados a desligar os celulares. Colocamos todos os celulares num determinado local e aqui ficamos trabalhando na totalização dos votos”, contou o secretário.

A preocupação dos técnicos, segundo Janino, estava concentrada no funcionamento do processo de apuração. “O grupo tinha muita responsabilidade sobre o processo que estava acontecendo, sobre o resultado desse processo. Eles estavam muito mais preocupados no funcionamento do processo do que com qualquer bandeira eleitoral”, afirmou.

Para Giuseppe Janino, a apuração foi um sucesso. Ele destacou que não houve vazamento, e que o próprio presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, “fez questão de não saber o resultado antes” da divulgação.
“Essa é uma evidência do trabalho de todos aqui. As pessoas são engajadas, profissionais dedicados e acostumadas sobretudo com a autenticidade do nosso trabalho, que em grande parte é o sigilo”, elogiou o secretário.

Ainda que Janino tenha informado a todos sobre o sigilo, foi grande a curiosidade de amigos e parentes. “Recebi muitas mensagens de ‘e aí? e aí?’. As pessoas estavam ansiosas e realmente queriam saber”, disse.

SANTA CRUZ ATROPELA O VILA NOVA-GO E FICA AUM PONTO DO G-4 DA SÉRIE B

Com informações do Blog do Torcedor -

O Santa Cruz engrenou a partir dos dez minutos finais do primeiro tempo e fez um verdadeiro baile vermelho, preto e branco diante do Vila Nova, nesta terça-feira (28), na Arena Pernambuco, em jogo válido pela 32ª rodada da Série B. O placar de 5×1 deixou o tricolor em quinto lugar com 51 pontos, apenas um a menos que o quarto colocado, o Avaí. No próximo sábado, o jogo que pode valer o G4 será novamente no estádio da Copa, diante do América-RN.

O técnico Oliveira Canindé preferiu improvisar Bileu na lateral do que acionar o especialista Nininho na lateral direita. Com isso, abriu uma vaga no meio para Natan. Perdeu muito em pegada no setor de criação. Por isso, o Vila não foi o time acuado que alguns poderiam esperar. Essa característica menos marcadora do setor fez com que o time da casa cometesse mais faltas que o habitual. O jogo terminou preso, com muito perde-ganha e incapacidade de os dois times finalizarem.

Além da falta de pegada, o tricolor perdeu muito de seu jogo pelo lado direito. Já que Bileu não tem a mesma característica ofensiva de Tony, o time abusou das jogadas no lado oposto, onde caíam Keno, Wescley e Tiago Costa. Uma das soluções seria deslocar Keno ou Wescley para fazer as jogadas com Danilo Pires. De tanta insistência, o gol saiu pelo lado mais explorado. Aos 34 minutos, Leo Gamalho sofreu falta a poucos centímetros da linha lateral de grande área. Danilo Pires bateu e Renan Fonseca apareceu em velocidade no segundo pau para soltar uma bomba de cabeça. O goleiro ainda tocou na bola mas foi inútil.

Na primeira vez que a bola saiu redonda pelo lado direito o aproveitamento foi perfeito. Aos 37, Natan, até então desaparecido na partida, tabelou em velocidade com Danilo Pires. Ele chutou cruzado e o desvio em Christiano foi crucial para Cléber Alves não alcançar a bola. A inspiração baixou na reta final da etapa e a porteira se abriu. Aos 41, Leo Gamalho bateu pênalti no canto direito que Danilo Pires havia sofrido. Em sete minutos, o Santa Cruz transformou um jogo enjoado em vitória categórica.

Na volta para o segundo tempo, o Vila Nova veio logo ao ataque e conseguiu um gol aos nove minutos numa bela linha de passe que terminou com a conclusão de Leonardo. Foi apenas um susto, de acordo com o que viria depois. Aos 14, Keno fez jogada individual e foi à linha de fundo até Paulinho deixar a bola para lá e atirar-se em cima do atacante tricolor. Pênalti de novo. Leo Gamalho bateu e trocou o lado: canto superior esquerdo: 4×1. Entre a marcação da penalidade e a cobrança, Jheimy foi expulso por reclamar sistematicamente com o árbitro.

Dois minutos depois, Bileu fez a primeira jogada de lateral e acertou um passe cirúrgico para Keno, na linha frontal de pequena área concluir sem dó nem piedade para Cléber Alves. Os jogadores do Santa Cruz passou a administrar e Radamés também perdeu a cabeça aos 41. Deixou o braço em cima de Alemão e foi para o vestiário mais cedo.

Por ele e por Tony
A dupla infernal formada por Tony e Danilo Pires entrou em campo pela matade por causa da suspensão do lateral. Com Bileu mais para defender do que apoiar o ataque, o lado direito sofreu durante mais de meia hora até Danilo decidir jogar por ele e pelo companheiro. Trombou driblou e chutou. Assim marcou o segundo gol e sofreu o pênalti para Leo Gamalho anotar o terceiro.

O Bem Amado
A qualidade do futebol está em baixa há um bom tempo, mas depois do quinto gol a torcida tricolor rugiu em uníssono o nome de seu xodó: “Ah! É Caça Rato!” Oliveira Canindé, que não é bobo, atendeu prontamente e cada vez que CR7 tocava na bola a Arena Pernambuco vinha abaixo.

Eles estão descontrolados
O ex-volante do Náutico, Radamés, tem ares de dono do time do Vila Nova. Tanto que no segundo tempo virou o principal articulador do meio de campo. Mas o baile fez o sangue ferver e numa dividida com Alemão, deixou o braço no peito do defensor coral. Expulso direto. Na confusão do segundo pênalti tricolor, o ex-rubro-negro Jheimy falou poucas para o juiz e levou amarelo. Falou boas e terminou vermelho.

Artilheiro
Os dois gols de pênalti fizeram com que o atacante Leo Gamalho igualasse Tiago Real, que defendeu o Náutico no ano passado, na artilharia da Arena Pernambuco, com seis gols. O camisa nove tricolor terá mais duas oportunidades para isolar-se como goleador do estádio já que atuará lá mais duas vezes: no sábado contra o América-RN e o clássico diante do próprio Náutico.

Ficha do jogo:

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Bileu, Alemão, Renan Fonseca e Tiago Costa; Sandro Manoel, Danilo Pires (Cassiano), Natan e Wescley (Aílton); Leo Gamalho (Flávio Caça Rato) e Keno. Técnico: Oliveira Canindé.

Vila Nova/GO: Cléber Alves; Arthur, Gustavo, Gabriel e Christiano; Leonardo, Radamés, Léo Rodrigues, Lucas Sotero (Felipe Macena) e Paulinho (João Paulo); Jheimy. Técnico: Wladimir Araújo.

Local: Arena Pernambuco. Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães (RJ). Assistentes: Jackson Massarra dos Santos (RJ) e Marcio Luiz Augusto (SP). Gols: Renan Fonseca, aos 34; e Danilo Pires, aos 37; Leo Gamalho, aos 41 do primeiro. Leonardo, aos nove; Leo Gamalho, aos 14; Keno, aos 16 do segundo. Cartões amarelos: Danilo Pires, Wescley, Cléber Alves e Arthur. Expulsões: Radamés e Jheimy.

ELEITOR FALTOSO TEM ATÉ 60 DIAS PARA JUSTIFICAR AUSÊNCIA NAS ELEIÇÕES 2014

Com informações do Blog de Magno Martins -

Os eleitores que não compareceram às urnas no segundo turno das eleições têm 60 dias para justificar a ausência, contados a partir deste domingo, 26. A justificativa poderá ser feita em qualquer cartório eleitoral. No caso de brasileiros que estavam no exterior, o prazo para se justificar de 30 dias, a partir do retorno ao País.

O Requerimento de Justificativa Eleitoral deve ser apresentado pelos eleitores ao juiz do cartório, que examinará o pedido, acompanhado por documento que comprove por que não foi possível votar. A justificativa também pode ser encaminhada pelos Correios. As justificativas para o primeiro e segundo turnos devem ser enviadas separadamente. Para quem deixou de votar no dia 5, por exemplo, os prazos para procurar a repartição começaram a ser contados naquela data.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alerta que eleitores em débito com as obrigações eleitorais ficam impedidos de participar de concurso público e ser empossados em cargos governamentais. Outro impedimento é obter carteira de identidade ou passaporte, além de empréstimos em bancos oficiais, participar de concorrência pública ou administrativa e renovar matrícula em estabelecimentos de ensino oficial.

A falta de justificativa durante três turnos de pleitos pode levar ao cancelamento do título de eleitor. Eleitores entre 16 e 17 anos e maiores de 70 anos têm o voto facultativo, assim como analfabetos e pessoas com deficiência física ou mental em que a ida às urnas se torne onerosa.

ARMANDO É ESPECULADO PARA ASSUMIR MINISTÉRIO

Com informações do PE247 -

O senador Armando Monteiro Neto (PTB), que perdeu a eleição para o Governo de Pernambuco para o adversário Paulo Câmara (PSB), poderá assumir um ministério no segundo governo da presidente Dilma Rousseff.

Segundo as especulações, Monteiro poderia assumir a pasta de Minas e Energia. Além do reconhecimento pelo empenho na campanha pela reeleição da petista, ele também poderia servir como elo de ligação entre o governo Dilma e o setor empresarial. Armando nega as especulações.

"Não há o menor fundamento sobre qualquer especulação nesse sentido", disse o petebista ao Blog do Jamildo. A campanha pelo Palácio do Campo das Princesas levada a cabo por Armando contou com o apoio do PT. Além disso, o parlamentar possui fortes ligações com o setor empresarial, tendo inclusive presidido a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

SURGEM AS PRIMEIRAS ESPECULAÇÕES SOBRE O NOVO MINISTÉRIO DO GOVERNO DE DILMA

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

Jornais do Sul publicam hoje (28) as primeiras especulações sobre o futuro ministério da presidente reeleita Dilma Rousseff.

De acordo com essas versões, pelo menos dois governadores em final de mandato deverão integrar o futuro governo: Jaques Wagner (PT-BA) e Cid Gomes (PROS-CE).

Ambos tiveram um papel relevantíssimo na vitória de Dilma em seus Estados, dando-lhe mais de 4 milhões de votos de vantagem em relação a Aécio Neves.

Também são cogitados para compor o governo a senadora reeleita Kátia Abreu (PMDB-TO), o ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab e o empresário Josué Gomes da Silva (PMDB), filho do ex-vice-presidente José Alencar.

RESULTADO DA 31ª RODADA DO BRASILEIRÃO 2014

Com informações de Agências -

FLUMINENSE 2
ATLÉTICO-PR 1

PALMEIRAS 1
CORINTHIANS 1

FIGUEIRENSE 1
CRUZEIRO 1

CORITIBA 1
GRÊMIO 1

ATLÉTICO-MG 3
SPORT 2

VITÍRIA-BA 3
CRICIÚMA 1

CHAPECOENSE 1
SANTOS 1

BOTAFOGO 2
FLAMENGO 1

INTERNACIONAL 2
BAHIA 0

SÃO PAULO 3
GOIÁS 0

GOVERNO FEDERAL RECONHECE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM MUNICÍPIOS DE PE E DA PB

Com informações da Agência Estado -

O governo federal reconheceu nesta segunda-feira (27) situação de emergência em 54 municípios de Pernambuco e em 170 municípios da Paraíba, por causa da estiagem. Tal reconhecimento, decidido pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, pertencente ao Ministério de Integração Nacional, está presente em portarias publicadas no Diário Oficial da União de hoje. Também foi reconhecida situação de emergência no município paranaense de Campo Largo, atingido por granizo.

Conforme o Ministério da Integração Nacional, situação de emergência é uma situação anormal, decretada em razão de desastre que, embora não excedendo a capacidade inicial de resposta do município ou do Estado atingido, requer auxílio complementar do Estado ou da União para as ações de socorro e de recuperação.

O governo federal também autorizou hoje o repasse de recursos para dois municípios catarinenses. Xanxerê receberá R$ 120.662,00 e Jaborá, R$ 45.056,78. O dinheiro deverá ser aplicado na execução de ações de restabelecimento. Essas duas localidades ficam no oeste de Santa Catarina e recentemente foram atingidas por fortes chuvas.

PORQUE DILMA VENCEU A ELEIÇÃO

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

Até a posse de Dilma Rousseff, choverão análises sobre a vitória dela e a derrota de Aécio no 2º turno da eleição presidencial. Parte da elite paulistana, com a concordância de tucanos locais, atribui a vitória do PT ao efeito eleitoral da “Bolsa Família” nas regiões Norte e Nordeste do país. É uma interpretação preconceituosa que leva o povão a concluir que o PSDB é o “partido dos ricos” e o PT o “partido dos pobres”. 

Como bem assinala o cientista político Túlio Velho Barreto, do mesmo jeito que a elite paulistana votou em Aécio por achar que ele defenderia melhor os seus interesses, a massa nordestina votou em Dilma exatamente pelas mesmas razões. Além do mais, Dilma obteve no Nordeste 20 milhões de votos, ante 26 milhões no Sul/Sudeste, onde a “Bolsa Família” não tem peso. Tendo batido seu opositor em Minas e no Rio de Janeiro. A leitura mais correta, portanto, seria: perdemos porque tivemos menos votos. E ponto final.

Uma bancada de respeito

A proposta de “união nacional” feita por Dilma não sensibilizou nem um pouco José Serra (PSDB), derrotado por ela em 2010 e senador eleito por SP. Serra quer o seu partido fazendo oposição, no Senado, onde vão estar, além dele, a partir de fevereiro, uma tropa que impõe respeito: Aécio Neves (MG), Antônio Anastasia (MG), Aloysio Nunes (SP), Tasso Jereissati (CE) e Cássio Cunha Lima (PB). Mário Couto (PA) também entra no time para divertir a tropa.

Ministros – Mesmo tendo vencido a eleição por poucos votos, Dilma não monta um ministério de qualidade se não quiser. Opções dentro e fora dos partidos que a apoiaram ela tem de sobra: Henrique Meirelles (PSD), Gilberto Kassab (PSD), Josué Alencar (PMDB), Amando Monteiro (PTB), Jaques Wagner (PT), Ciro ou Cid Gomes (PROS), Luiz Carlos Bresser Pereira, etc.

Exceções – O PCdoB e o PP foram os únicos partidos da Frente Popular (21 siglas) que se negaram a marchar com Aécio em Pernambuco. Ficaram com Dilma (PT) e se deram bem.

Goleada – Dilma perdeu para Marina, em Caruaru, no 1º turno, mas no 2º deu um banho em Aécio (60% x 40%) com o apoio solitário do deputado federal reeleito Wôlney Queiroz (PDT).

Dilmistas – Os principais “dilmistas” na cúpula nacional do PSB são o ex-presidente Roberto Amaral, o governador reeleito Ricardo Coutinho (PB) e o senador João Capiberibe (AP).

Papel – A humilhante derrota que Aécio sofreu em Pernambuco no 2º turno foi ruim para a imagem de Marina (foto), que se imaginava a “legítima herdeira” dos votos que pertenciam a Eduardo Campos. A ex-senadora agora será um personagem secundário na política nacional.

União? – Não há coisa mais sem nexo que a proposta de “união nacional” feita por Dilma e por Aécio após a contagem dos votos do 2º turno. Porque nos regimes democráticos o jogo do poder é claro (e óbvio): quem ganha a eleição vai governar e quem perde vai para a oposição.

A voz – Na Câmara desde 1971 (11 mandatos consecutivos), o presidente Henrique Alves (PMDB) pôs no currículo uma derrota inesperada. Perdeu a disputa pelo governo do RN para o atual vice, Robinson Faria (PSD), cujo único cabo eleitoral foi a voz de Lula no rádio e na TV. Henrique teve o apoio de 17 partidos e do senador José Agripino (DEM), adversário histórico de sua família.

Briga – Com a autoridade política de quem coordenou a campanha de Dilma em PE, o senador Humberto Costa nega que o Estado será retaliado pelo fato de Paulo Câmara ter apoiado Aécio Neves. Tomara que seja verdade porque PE não aguenta fazer oposição ao governo federal. Não tem um tostão para investir em 2015, segundo a LOA enviada à Assembleia pelo governador João Lyra Neto.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

SUL E SUDESTE ASSEGURARAM VITÓRIA DE DILMA

Com informações do PE247 -

A despeito do que pensem sobre o Nordeste, não foi a Região que deu a vitória a presidente Dilma Rousseff nas eleições presidenciais. A conta é simples e o resultado mais ainda: Aécio neves (PSD) perdeu a eleição em casa e a derrota foi alavancada pelo peso das regiões Sul e Sudeste. Juntas, estas regiões asseguraram 2 milhões de votos a mais para a petista que os obtidos no Norte e Nordeste do País. Ao todo, Dilma obteve 45% dos votos do Norte e Nordeste e, nada mais, nada menos, que 48,8% dos votos do Sudeste e do Sul do país.

Esta derrota está entre aquelas que são consideradas as mais fortes na disputa eleitoral, associada ao fato do palanque mineiro também não ter contribuído como se esperava em torno da candidatura de Aécio, foi reconhecida até mesmo pelas lideranças do PSDB. "Agimos errado lá (em Minas Gerais). Infelizmente foi isso que ocorreu. Vamos sentar para analisar", ponderou o presidente do PSDB de Minas, deputado Marcus Pestana, em entrevista à Rádio Folha.

"Já sabíamos do desempenho de Dilma no Nordeste. E esperávamos abrir entre dois a três milhões de votos em Minas. Se isso tivesse ocorrido, hoje estaríamos comemorando a vitória", completou o dirigente tucano. A abstenção em Minas também foi um fator inesperado. Nada menos que 21,17% dos mineiros deixaram de comparecer às urnas, índice ligeiramente superior à média nacional, que foi de 21,10%. Em outro estado, o do Rio de Janeiro, a situação foi parecida. Ali, Dilma venceu com 809 mil votos de vantagem e a abstenção, que chegou a 22,36%, fez a diferença mais uma vez pesar em favor da petista.

Ao todo, as regiões Norte e Nordeste deram 24,5 milhões de votos à Dilma, enquanto no Sul e no Sudeste este número chegou a 26,6 milhões. É certo que dos 15 estados onde a presidente ganhou a eleição, 13 estão no Norte e Nordeste. Já dos 12 estados onde Aécio saiu como vencedor, apenas 3 estão localizados nestas regiões.

Um detalhe, porém, chama a atenção. Dilma saiu vitoriosa em três dos cinco maiores colégios eleitorais do país, sendo que apenas um deles está localizado no Nordeste. Dilma venceu em Minas, Rio de Janeiro e Bahia. Já Aécio venceu a eleição em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Esta situação aponta que não foram os eleitores nordestinos – apontados por muitos e até mesmo por parte da mídia como "dependentes de benefícios sociais" ou de "desinformados" os responsáveis pela "derrota de Aécio. O que pesou realmente foi o desejo do eleitor. E este desejo foi manifestado legitimamente nas urnas.

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